quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Brasil e as olímpiadas

O comentário esportivo é quase unânime. A participação do Brasil nas olímpiadas de Pequim em 2008, salvo algumas poucas exceções, ficou aquém do esperado.

Uma parcela considerável dos atletas com chance de medalha decepcionou. Foi assim na ginástica artística, no futebol masculino, no voley de praia e no hipismo.

Em Atenas o Brasil conquistou 1o medalhas; cinco de ouro, duas de prata e três de Bronze. Em Pequim, com sorte, faremos um resultado um pouco melhor - coisa pouca mesmo. Com uma grande diferença: nesses 4 anos que separaram as olímpiadas da Grécia das da China, o Brasil teve resultados esportivos em nível mundial muuuuito melhores que no período de 2000 a 2004.

FALTA ALGUMA COISA
Um denominador comum acompanha a maioria desses maus resultados brasileiros; a falta de capacidade dos esportistas brasileiros de mostrar o que sabem fazer na hora em que é necessário.

Mais que uma casualidade, isso me parece uma deficiência cultural. Falta ao atleta brasileiro A-T-I-T-U-D-E.

Por favor não confundir isso que eu chamo de atitude com arrôgância.

A-T-I-T-U-D-E é aquela vontade, misturada com confiança, que faz alguém ser bom em alguma coisa e conseguir mostrar seu valor quando é preciso mostrá-lo, mesmo que esse o momento não seja o melhor.

Essa coisa dificil de descrever que é muito visível em alguns atletas de outros países, e que sobra nos atletas americanos.

Se um dia cnossos atletas conquistarem essa A-T-I-T-U-D-E e, fatalmente, tivermos outro resultado olímpico como o desse ano, aí sim poderemos chamar o que aconteceu em Pequim de casualidade.

Agora, não cola.

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