
Acho o esporte fundamental para o desenvolvimento humano. Além de fazer bem à saúde, ele é, muitas vezes, o palco inicial para enfrentamento de situações presentes em toda nossa vida.
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Para quem se dedica, é inevitável que em determinado momento esporte vire jogo.
Nessa hora é preciso lidar com questões como competitividade, cobrança, rendimento responsabilidade, derrotas, etc, etc, etc
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Em parte isso é bom. Ajuda na formação do caráter, personalidade, maturidade. No fundo é um teste para o que vai acontecer mais na frente.
Em parte isso é ruim. Porque as tramas do "jogo" são sedutoras demais; principalmente, quando estão a serviço incondicional da vitória/sucesso. Tem muita gente que "perde a cabeça" no processo. Vencer se torna a única coisa importante.
Não é!!
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Derrota também pode ser sinônimo de aprendizado/prazer e, às vezes, até sucesso.
Com ela a gente percebe que não é onipotente, onisciente, infalível, sempre constante, sempre confiante. Percebe também, e principalmente, que é de "carne e osso".
Essa percepção é a melhor coisa do esporte - devia também ser seu objetivo principal.
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Com ela somos capazes de rir mais, ser mais felizes, mais leves, compartilhar mais, pedir mais ajuda - sem culpa, nem medo - dividir inseguranças, partilhar habilidades e outras tantas coisas boas.
Isso também é ser vitorioso. Vitorioso na vida!
Mas esse é um tipo de vitória que só se conquista quando o "jogo" é secundário.
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Eu, particulamente, sou turma do "no games, just sports".






