Segundo o Winkpédia,“a ética é julgamento do caráter moral de uma determinada pessoa”. Seu principal objetivo “é determinar o que é bom, tanto para o indivíduo como para a sociedade”.
Traduzindo, a ética é a ferramenta social que nos permite julgar se algo é bom ou ruim, certo ou errado, sem levar em conta os parâmetros da Lei formal.
- É aí que mora o perigo.
Por causa da sua fundamentação em regras subjetivas/pessoais, os julgamentos éticos são, na maioria das vezes, injustos.
Injustos, pois estão a mercê das nossas intempéries, humores, conveniências, chateações, afinidades etc, etc, etc.
Mais fácil e mais eficaz do que a ética é a filosofia do “não faça com os outros o que não gostaria que fizessem com você”.
Ou seja: se você se incomoda com brincadeiras, não as “tire”; se não gosta de grosseria, não seja grosseiro; se não reage bem a críticas, não critique; se não tolera mentiras nem traições, não minta nem traia; se detesta falsidade, evite cochichos; se não quer levar patada, não dê patada; se exige respeito; tenha respeito.
- A lógica é simples, eu chamaria até de básica, e funciona bem para danado.
Agindo desse jeito, creio eu, a gente termina achando menos coisas “ridículas” e exigindo menos da “conduta” dos outros.

3 comentários:
Boa essa Vitão, e a mais pura merdade. É assim mesmo que funciona, nós é que falhamos muito e deixamos nos levar pela nossa carne que é pecaminosa.
Glace Pimentel
corrigindo os erros acima: é a mais pura verdade.
Glace Pimentel
Meu caro Louco sensato,
Fiquei admirado com o seu blog. Acho que me identifiquei por ser um louco, não tão sensato quanto você, mas um louco que ainda resta um pouquinho de juízo!!!
Brincadeiras à parte,
Sobre a ética:
Acredito que cada um tem a sua;
Acredito também que existe a ética "comunitária", ou seja, aquela que visa o bem estar de uma comunidade, através de um padrão a ser seguido por todos.
Cabe, portanto, a cada um escolher o seu padrão, a sua ética, de maneira que se possa acreditar nela e que seja algo que nunca atrapalhe os outros. Sejamos, pois, pessoas sábias que sabem respeitar os seus e os limites dos outros.
Atenciosamente,
Gustavo Henrique F. Costa
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